quinta-feira, 4 de junho de 2009

Coluna De Tudo Um Pouco - 04.06.2009



FOGO PRA ESQUENTAR
Nada melhor do que um calorzinho de uma fogueira para esquentar em dias frios como os que estamos vivendo nesta semana. Porém o fogo que me refiro neste tópico é o que vem esquentando as sessões do legislativo local. Na última sessão realizada no CTG Querência da Amizade em virtude da emana do Município em comemoração aos 50 anos de Bom Retiro do Sul colocaram mais lenha na fogueira. O vereador Sílvio Roberto Portz (PMDB) indagou a vereadora Regina Maria Klock Mallmann (DEM) sobre sua formação profissional quando esta ocupou a direção da Creche Municipal Vó Marica. Pergunta motivada pelo pedido de informação da vereadora que queria saber os nomes e respectivas formações dos ocupantes de cargos de direção de escolas e creches do município do atual governo. Para quem não entende o caso a vereadora quer saber se os ocupantes desses cargos estão de acordo com o plano de carreira do magistério público municipal que requer algumas exigências para exercer tal função. A democrata respondeu que naquele período estava formada em Magistério pelo Colégio Santo Antônio de Estrela e já era concursada pública do município.


E O SENHOR VEREADOR?
Motivado pela pergunta do vereador peemedebista o presidente do legislativo Edson Farias Garcia, o “Edinho” também fez um questionamento. Porém antes de lançar a pergunta Edinho ressaltou que desaprovou a atitude do peemedebista que criou polêmica em um momento de comemoração do município, onde havia ficado acertado entre os parlamentares que não seria trazido ao plenário assuntos dessa natureza. Voltando ao questionamento. O pedetista perguntou a Sílvio Portz “Qual a formação que o senhor tem para exercer a função que vem exercendo?”.
RACHA A VISTA
Há rumores e mais do que isso afirmações de integrantes da alta cúpula do PMDB a nível local de que o partido está prestes a romper com a atual administração municipal que ajudaram a eleger. Um dos motivos seria o descontentamento com algumas atitudes da municipalidade. Será que não estariam faltando secretarias para o partido, um forte braço que carregou a aliança ao poder?
EM DEFESA DO NÚMERO DE CCs
Sílvio Roberto Portz (PMDB) saiu em defesa do atual número de servidores da prefeitura. Segundo o peemedebista o número de funcionários aumentou porque os serviços prestados também aumentaram. Tem vereador prometendo rebater o colega. Aguardemos!
PRÉDIOS HISTÓRICOS
Louvável a proposição do vereador Eder Eduardo Müller Cíceri (PSB). O socialista pede que o município crie um projeto concedendo incentivo em forma de desconto no pagamento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) para prédios históricos de Bom Retiro do Sul. O tombamento desses prédios sem sobra de dúvidas ajudaria e muito a preservarmos a história cultural e arquitetônica dessa terra.
ANIVERSHOW

Apesar do mau tempo foi um sucesso a festa de cinco anos da Rádio Eclusa FM. Muitas pessoas compareceram para participar da festa que contou com shows e sorteios de brindes para os presentes.


Versão impressa no Jornal Bom Retiro em Foco do dia 05.06.2009

terça-feira, 2 de junho de 2009

Apelo às emissoras de TV

Recebi e-mail do amigo Tiago Latieri Machado com um texto fazendo um apelo às emissoras de televisão. Vale a pena conferir:

Leia abaixo a coluna completa de Ugo Giorgetti

"Um apelo às TVs: mostrem o Inter Falei do passado na última coluna e me dei mal. Disse que não houve incidentes na partida entre Corinthians e Fluminense em 1976, e que tudo se passou em santa paz. Fui corrigido pelo meu velho amigo, e grande diretor, Julio Xavier, citado na coluna e que, na ocasião foi ao Maracanã. Ao contrário do que afirmei, o carro do Julio foi emboscado na entrada do Rio, com gente pisoteando o capô, a lataria sendo afundada, vidros quebrados e sua camisa do Corinthians arrancada violentamente. Mulheres que estavam no carro também não foram poupadas. Ele me diz, por fim, que soube de facadas e tiros. É isso que dá mexer no passado. Never more. Por isso quero hoje me dedicar ao presente, e começo com um apelo. Senhores responsáveis pela programação das TVs, pensem um pouco nos pobres telespectadores de S.Paulo. Parem de nos mostrar jogos como os desta semana. Ainda há nesta cidade pessoas que gostam de futebol. Por favor, transmitam os jogos do Internacional de Porto Alegre. Não só em TV fechada, mas aberta, para todo o país, talvez em rede nacional como os pronunciamentos do presidente. Não adianta mostrar estádios lotados, com multidões esperando milagres de times medíocres. O Vasco deu pena. O time é horrível e, graças a Deus, entrou com um uniforme que nada lembrava o grande Vasco de outros tempos. O Corinthians, por sua vez, entrou de branco da cabeça aos pés, coisa que me lembrou o grande Santos, naturalmente, é claro até a bola começar a rolar. De Palmeiras e Nacional de Montevidéu nem é bom falar, tamanha a mediocridade. Por que nos são os oferecidos esses jogos? Simples: nunca olhamos as coisas que estão perto. Só vemos o que está longe e daí a razão de assistirmos embevecidosa a Barcelona e Manchester. Nada contra, são grandes times. Mas bem aqui, a uma hora e meia de voo de S.Paulo e Rio, se jogam um futebol de extraordinária qualidade do qual vemos aqui em S.Paulo apenas os gols e alguns lances nos noticiários noturnos. É pouco. Eu quero, e acho que muitos comigo, ver mais, muito mais de Taison, Andrezinho, Alecsandro, D'Alessandro e do magnífico Nilmar, de quem até Dunga foi obrigado a reconhecer o talento. Quero ver o Inter de Tite, um treinador que fala às vezes de modo misterioso, mas que transmite honestidade respeito. Aliás, sua saída do Palmeiras foi exemplar. Preferiu deixar o clube a ser desrespeitado. É assim que procede um homem. Tite agora está colhendo o que merecia. Enquanto os outros times apostam só no físico, na "determinação" e na monotonia da bola parada, o Inter aposta na bola no chão e no talento. No talento, na jogada individual, no drible em coisas que se julgavam perdidas para sempre. É claro que para jogar assim é preciso ter talento. Mas descobri-lo e valorizá-lo não é a maior das virtudes, o maior dos méritos? Os meninos do Internacional não surgem do nada. São descobertos, treinados e lançados por gente que tem a cabeça no lugar e sabe o que faz. Inclusive contratar, quando necessário. Não é um time imbatível, pode nem ser campeão, mas muitas vezes o campeão não é o melhor. É só campeão. Por isso renovo o apelo: quando quiserem mostrar futebol, aquele velho futebol, arte, que ninguém sabe exatamente o que é, mas reconhece quando vê, por favor, virem seus olhos e câmeras para o Beira-Rio."